
Oie gente. Eu sei que o blog tá às moscas, mas fazer o quê se eu sou uma pessoa megaocupada na minha condição de socialite. Regressei de vez, então, vamos colocar o papo em dia. Pra essa postagem não tenho nada pronto, mas dei uma lidinha no blog da Natália Klein pra chegar todo produzido no plágio.
Nesse post falarei um pouco sobre uma doença que tia Klein me apresentou:
Eu acho a indiferença algo melhor do que o ódio, o indiferente a gente pode até tentar fazer "ir com a nossa cara", mas o ódio só ferra as chances. A pessoa fica te encarando com aquela cara de boi que estampa o rótulo da Caracu. Aideus.
Sempre tive em mente que nem todo mundo no mundo iria com a minha cara, mas please, porque é que só as pessoas chiques feat bonitas me odeiam? Não dava pra botar aquele Fabiano Jones da vida pra me odiar, poxa? Pra quem não sabe quem é Fabiano Jones, corre no quote:
"Todo mundo tem o seu Fabiano Jones. Ele é uma daquelas pessoas que você adicionou em algum momento da sua existência e agora não tem a menor idéia de quem seja. É aquele maluco, sociopata, que tá sempre online, não importa a hora que você entre."
Natália Klein
Continuando, eu não estou reclamando de quem me adora. O sentimento é recíproco, adoro todas as pessoas com quem mantenho contato (tshia Oprah disse que todo mundo quer ser amado. Quem sou eu pra contrariar a Oprah, né?), mas ver gente chique feliz sem a minha presença é o inferno na Terra. Não que eu queira andar com esse tipo de gente no recreio ou ficar de olhos brilhantes enquanto falo com gente desse nível no msn, mas é pedir demais um oe? Poxa, eu quero ser o Fabiano Jones desse povo. '-'
E pra concluir (não sei concluir posts. Nem escrevê-los, mas ok), fica meu bg mega especial pra quem acompanha esse blog e tenta achar alguma graça nesses desabafos histéricos e sem graça sem reembolso. Amovoses, -s -s
3bgs e não me flopem.







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