domingo, 24 de julho de 2011

"Mocinhas de Trier"

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEij49-3Alr_-lueXZLxr8xC-82yYvgmOb1RLQMG31AqP7FI4Y1Q4WtNaPoqUQu827SjHXDfLZ1dYFZ6MCKs9OXogx9_NKsly5pZx9xLXzMOhwlFltR6uEPrDdCi51QmXA1UxSo-IlITvWrr/s1600/M.jpgOoe, gente amada *o*
Ok, eu sei que abandonei o blog, mas ele anda no flop mesmo, que diferença faz. n
Essa semana eu quase vi um filme do Trier. QUASE. Foi em um dia meio "quero ouvir Bjork" onde eu estava à procura de um link pra baixar Dançando no Escuro. Até que a Anabela, minha diva da Cinema Classe A me orientou com uma frase inesquecível que eu me esqueci então resumirei: "Ah, vá ver um show então!"

Adiei. Trier é um nome muito discutido em comunidades de cinema, um cara que fica entre o genial e o demente. Sempre achei a segunda opção, até finalmente tomar conhecimento de Dogville, cuja sinopse me atrai de uma forma magnífica. Já procurei pra baixar, mas tem 3 horas de duração e a minha paciência não permite levar tanto tempo num download. Quis ver online, mas uma alma ruim que ainda me paga por isto decidiu upar o filme dublado. DU-BLA-DO.

Vamos ao que interessa: as mocinhas de Trier. Não falo das mocinhas cinematográficas, falo das pessoas de carne e osso que servem de mocinha pros elencos da vida. É certo que eu nunca vi um filme de Trier pra falar com exatidão sobre qualquer fator de seu cinema. Mas me chamou a atenção ver tanto a Grace de Dogville quanto a Selma de Dançando no Escuro passarem por uma trajetória um tanto sofredora ao longo de suas trajetórias.

Não sei mais sobre a Grace de Manderlay ou as personagens de Anticristo e Melancolia, mas devem ter seguido este padrão.

E na vida real, existem as "mocinhas de Trier"? As pessoas "inocentes" que sofrem por serem "boas" na mão de uma humanidade cafajeste? Sabe, eu acredito nessa ideia. Não que eu esteja defendendo o cinema-divã de Trier, preciso experimentar essa jornada de desgraças consecutivas antes de me pronunciar, mas já vi muito por aí nas comunidades orkut afora. O que me chamou a atenção foi um caso hoje, de uma garota na comunidade JOVEM PAN (amo1/), que foi muito ofendida por ser fã de Michael Jackson e Amy Winehouse. Os agressores alegavam que ela "virou fã porque eles morreram". Em uma chorosa 'carta' de despedida, ela alegou que era chamada de falsa por ser (ou querer ser) simpática com todos.

E obviamente, egocêntrico (n) como sou, me identifiquei um pouquinho com tudo isso. Não sei se isso é culpa da minha consciência maligna que atende pelo nome de Lauren (poisé) ou o quê, mas eu sempre sinto que me veem como uma piada simpática, euhein.

Masenfim, mocinhas de Trier ou humanidade que a ataca, o que vale é ter amor próprio antes de tentar amar os outros, porque se você não ri do mundo, ele te crucifica. Polemizei, né? n

3bgs e não me flopem. :*

Um comentário:

  1. Ah Gabriel, voce é o máximo! :) S2
    (e a frase foi:"então assiste um show dela, porra!")rsrsrsrsrs

    ResponderExcluir

Share

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More